sexta-feira, 28 de agosto de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Vôo em parapente
Uma experiência inesquecivel e indescritivel.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
A concretização de um sonho
Lagoa do Fogo vista de cima.
Depois de algum tempo em carro todo o terreno, chegámos ao trilho pedestre. 1,5 hora de caminhada a pé por entre vegetação luxuriante (endémica e introduzida), em que os últimos 15 minutos foram os piores, de tanto subir.
Chegámos à base da Lagoa. Linda, mas completamente diferente da visão que se tem de cima, como é natural. O silêncio é absoluto e não apetece regressar. Mas o nevoeiro começou a descer e ainda tinhamos mais 1,5 h de caminho a pé.
Valeu a pena.
Depois de durante anos ter o sonho de ir até junto da Lagoa do Fogo (a mais bela, para mim), na Ilha de S.Miguel, Açores, finalmente foi concretizado.
Alberto, nascido e criado em Água d' Alto, que conhece muito bem todos os trilhos, por onde vagueou em criança com outros miudos do lugar, foi o nosso guia.Depois de algum tempo em carro todo o terreno, chegámos ao trilho pedestre. 1,5 hora de caminhada a pé por entre vegetação luxuriante (endémica e introduzida), em que os últimos 15 minutos foram os piores, de tanto subir.
Chegámos à base da Lagoa. Linda, mas completamente diferente da visão que se tem de cima, como é natural. O silêncio é absoluto e não apetece regressar. Mas o nevoeiro começou a descer e ainda tinhamos mais 1,5 h de caminho a pé.
Valeu a pena.
sábado, 8 de agosto de 2009
terça-feira, 4 de agosto de 2009
domingo, 26 de julho de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Impérios do Espirito Santo
Ilha Terceira, Açores.
Impérios são construções de inspiração popular, rematadas por uma corôa ou pomba branca, representando o Divino Espírito Santo.
Existem em muitas freguesias das Ilhas dos Açores e fazem parte das Festas de louvor ao Espírito Santo, estando no interior a Sua corôa e cedro.
quinta-feira, 2 de julho de 2009
domingo, 21 de junho de 2009
domingo, 14 de junho de 2009
Ser grande
Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa.
Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive.
"Fernando Pessoa"
domingo, 7 de junho de 2009
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Criança
No colo da mãe
a criança vai e vem
vem e vai
balança.
Nos olhos do pai
nos olhos da mãe
vem e vai
vai e vem
a esperança.
Ao sonhado
futuro
sorri a mãe
sorri o pai.
Maravilhado
o rosto puro
da criança
vai e vem
vem e vai
balança.
De seio a seio
a criança
em seu vogar
ao meio
do colo-berço
balança.
Balança
como o rimar
de um verso
de esperança.
Depois quando
com o tempo
a criança
vem crescendo
vai a esperança
minguando.
E ao acabar-se de vez
fica a exacta medida
da vida
de um português.
Criança
portuguesa
da esperança
na vida
faz certeza
conseguida.
Só nossa vontade
alcança
da esperança
humana realidade.
"Manuel da Fonseca"
terça-feira, 19 de maio de 2009
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Ausência
Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim.
"Carlos Drummond de Andrade"
segunda-feira, 27 de abril de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Passamos pelas coisas sem as ver
Passamos pelas coisas sem as ver,
gastos, como animais envelhecidos:
se alguém chama por nós não respondemos,
se alguém nos pede amor não estremecemos,
como frutos de sombra sem sabor,
vamos caindo ao chão, apodrecidos.
"Eugénio de Andrade"
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Scalabis
Esta é a Cidade, e é bela.
Pela ocular da janela
foco o sémen da rua.
Um formigueiro se agita,
se esgueira, freme, crepita,
ziguezagueia e flutua.
Freme como a sede bebe
numa avidez de garganta,
como um cavalo se espanta
ou como um ventre concebe.
Treme e freme, freme e treme,
friorento voo de libélula
sobre o charco imundo e estreme.
Barco de incógnito leme
cada homem, cada célula.
É como um tecido orgânico
que não seca nem coagula,
que a si mesmo se estimula
e vai, num medido pânico.
Aperfeiçoo a focagem.
Olho imagem por imagem
numa comoção crescente.
Enchem-se-me os olhos de água.
Tanto sonho! Tanta mágoa!
Tanta coisa! Tanta gente!
São automóveis, lambretas,
motos, vespas, bicicletas,
carros, carrinhos, carretas,
e gente, sempre mais gente,
gente, gente, gente, gente,
num tumulto permanente
que não cansa nem descança,
um rio que no mar se lança
em caudalosa corrente.
Tanto sonho! Tanta esperança!
Tanta mágoa! Tanta gente!
"António Gedeão"
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terça-feira, 31 de março de 2009
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